Situação da greve nacional nas IFES

O mês de abril começa com mobilização de docentes das
universidades federais em torno do movimento que deflagra greve para a partir
do dia 15 de abril.
No âmbito da universidade federal de campina grande, o
movimento que aprova o indicativo de greve está dividido.
A primeira representação sindical a realizar assembleia, no
dia 12 de março, foi a Associação dos Docentes do campus de Patos, onde o
indicativo de greve foi rejeitado.
Na Associação dos Docentes do campus de Cajazeiras, a
assembleia foi realizada no dia 20 de março, aprovando o indicativo de greve e
deflagrando o início do movimento para o dia 19 de junho.
Dessa maneira, no campus de Cajazeiras a greve seria
iniciada concomitante ao período letivo 2024 ponto um.
Na Associação dos Docentes do campus sede de Campina Grande,
a assembleia também foi realizada no dia 20 de março, rejeitando o indicativo
de greve e não sinalizando até o momento para mobilizações posteriores.
De 54 seções sindicais vinculadas ao Andes, que é o
sindicato nacional dos docentes do ensino superior, 34 aprovaram o indicativo
de greve em assembleias realizadas até o dia 21 de março.
Em outras quatro seções sindicais, foi aprovado o indicativo
de greve, com encaminhamento para atividades posteriores que estruturem o
movimento de parada por tempo indeterminado.
As seções sindicais que aprovaram deflagrar estado de greve,
são da Universidade Federal de Pelotas e Universidade Federal do Pampa, ambas
no Rio Grande do Sul. Universidade
Federal da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul. A outra seção sindical a
aprovar estado de greve é da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais.
A seção sindical da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, aprovou em assembleia realizada no dia 21 de março o denominado
estado de mobilização permanente, com atividades e atos em solidariedade ao
movimento grevista nacional.
Além das seções sindicais da Universidade Federal de Campina
Grande, no campus sede e no campus de Patos, também rejeitaram o indicativo de
greve as seções sindicais da Universidade Federal do Piauí, da Universidade
Federal do Vale do Rio São Francisco, em Pernambuco, e da Universidade Federal
do Semi-árido, no Rio Grande do Norte.
Apenas ressaltando que a greve nacional dos docentes nas
instituições federais de ensino está prevista para iniciar no dia 15 de abril,
com adesão facultada a decisões locais em cada campus que corresponda às seções
sindicais do Andes.